sábado, 12 de março de 2011

O direito de aprender de todos e de cada um.


Imagem disponível em:
http://sobreeducacao2010.blogspot.com/2010/11/24-respostas-para-as-principais-duvidas.html

Boa tarde pessoal...
Estamos terminando o curso Educação para Diversidade e Cidadania que nos trouxe temas excelentes... e resolvemos compartilhar uns de nossos questionários sobre o "O direito de aprender de todos e de cada um"

1 - O direito de aprender de todos e de cada um - encontramos um breve relato sobre a educação no mundo e no Brasil. Capellini, expõe , também, os avanços e os ranços que permanece na educação atual brasileira. Dessa forma, a autora, afirma que houve progresso educacional, mas desigual e muito lento. Faça uma breve exposição, sobre o que levou a Capellini fazer tais afirmações.
O reconhecimento e valorização da diversidade é a principal característica de uma sociedade democrática, educação para todos e para cada um, significa que não pode haver diferenciação por etnia, sexo, classe social, ou qualquer outra diferenciação que possa ter. Todos devem ser respeitados dentro de nossas singularidades, pois não somos melhores ou piores que ninguém, somos apenas diferentes.
Dentro de uma sala de aula, é o lugar que sem dúvidas encontra-se uma grande diversidade. Como trabalhar com esta diversidade? O que não pode haver é praticas pedagógicas rígidas, fechadas, idênticas para todos. O professor tem que ser preparado para trabalhar com a heterogeneidade, com uma educação de qualidade que favoreça o desenvolvimento pessoal e social do aluno.
 2 - No Brasil, mesmo depois da abolição, ainda são os negros quem fazem serviços mais pesados e recebem os salários mais baixos. Pessoas que perpetuam essas práticas passaram por qual modelo de educação?
 O modelo de educação tradicional, totalmente elitista, dominante e exploratória, havendo uma diferenciação ao ensino direcionado a classe e a classe trabalhadora. Por traz das propostas democráticas que se apresentam, ainda encontra-se o fracasso escolar, a exclusão e ao autoritarismo. As políticas educacionais , dos últimos anos seguem um modelo noliberal, reforçando a tendência de manter um pobre sistema de ensino destinado a classe social menos favorecida economicamente, e para a classe social dominante um sistema de ensino de qualidade.
3 - A  universalização da educação escolar no Brasil se articula com a Educação como um direito humano fundamental?
Não, a educação como um direito humano fundamental ainda não foi concretizado para todos. Ocorreram várias reformas no campo educacional, porém visando as questões quantitativas números de vagas, diminuição das desigualdades regionais. As escolas ainda não conseguem trabalhar com as diversidades que os alunos apresentam. Há mais vagas, porém menos recursos para trabalhar adequadamente com esse aumento de vagas. A escolaridade dos brasileiros aumentou nos últimos anos, porém as aprendizagens não acompanharam esse aumento real, continua defasada. Os dados que se apresentam é somente para a contenção da evasão escolar e não do aprendizado.
4 - Nem ao menos sabemos se teremos planeta habitável para os nossos netos ou bisnetos. Porém, homens que hoje proclamam desenvolvimento sustentável agridem diariamente nosso planeta. Segundo o que lemos e estudamos  que educação tais homens tiveram?
 Esses homens tiveram uma educação vinda de raízes autoritárias, um modelo elitista, como Capellini descreve viviam em contextos educacionais como: prédios de escolas que mais parecem cadeias, corredores longos e estreitos, que dificultam interação, gestões educacionais centralizadoras, arranjos de sala de aula quase sempre com cadeiras perfiladas que não favorece em nenhum momento interação entre alunos.
5 - A educação é neutra? Podemos dizer que a escola pública oferece educação democrática, objetivando plena cidadania?
 As vista da política pública sim e atualmente vemos que alunos de classe mais humilde hoje têm um acesso maior a educação básica, fundamental e médio que é garantido pela LDB e as Diretrizes Educacionais. Mas, o ensino universitário, ainda é um grande impasse não pela falta de universidades públicas e sim uma preparação maior dos professores para ensinar esses alunos e um estímulo maior por parte da política pública educacional. Já em contra partida vemos os filhos da classe média alta freqüentando essas universidades, por
terem um preparo maior e condições favoráveis de aprender melhor.
Não porque os professores precisam ter mais consciência do seu papel perante uma clientela que almeja uma educação de qualidade. Infelizmente, temos professores que dizem educar por educar, sendo que está nas mãos desses educadores mudarem ou tentar mudar e até mesmo fazer o melhor para para os nossos alunos, com o intuito de transformar a educação pública num ensino melhor ou seja, se dedicarem mais e fortalecer o conceito de sociedade democrática que vivemos; uma vez que certas mudanças são impostas de maneira autoritária e não democráticamente. Agora se fizermos o nosso ensino público pautado em um currículo de crescimento intelectual e de valorização do que os nossos alunos carregam consigo durante todo o processo de ensino e aprendizagem estaremos então propiciando um ensino de qualidade e que garantirá dentro do currículo escolar a formação e o exercício da cidadania de cada aluno, deixando de lado uma sociedade injusta e inconsciente dos seus deveres de cidadão.




Nenhum comentário:

Postar um comentário